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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

LEI DO RETORNO - LEI DA CONSEQUÊNCIA

Esta é uma Lei muito conhecida e de aplicação universal, irmã gémea da Lei do Renascimento. A Lei da Consequência toma diferentes nomes, segundo a sua aplicação. Na física, por exemplo, é chamada de "O Princípio de Newton" ou "lei de acção e reacção", assim enunciada: "uma força não pode exercer uma acção, sem, no mesmo instante, gerar uma reacção igual e directamente oposta", ou, por outras palavras, "toda causa gera um efeito correspondente".

Existem, pois, causas e efeitos. A causa é primária; o efeito é secundário. Só pode manifestar-se o efeito, se as causas entrarem em acção. Isto dá-se em tudo, por exemplo, no dar e receber. Dar é a acção; receber, a reacção inevitável. Tudo que recebemos, em quantidade e qualidade, está condicionado ao que dermos, porque o efeito ou reacção de receber pressupõe uma causa, uma acção: o dar. Lucas o Apóstolo, expressa-o muito bem: "Dai e dar-se-vos-á". (6:38).

Inúmeros outros exemplos da aplicação dessa lei universal encontram-se, na Bíblia:

"o que o homem semear, isso mesmo colherá" (Gál. 6:7):

"Procura primeiramente o reino de Deus e Sua Justiça e tudo o mais te será dado por acréscimo";

"Batei e abrir-se-vos-á";
"Pedi e dar-se-vos-á";
"Procurai e achareis".

É evidente. Acaso não sofremos perturbação digestiva se comemos demais?

O conhecimento e meditação desta Lei ensejam a tomada de consciência de todas as falhas e suscitam o propósito de nos esforçarmos para corrigi-las.

Realmente, é preciso "que nos despojemos do homem velho e nos revistamos do homem novo, em novidade de espírito" (Paulo aos Efésios 4:22/24).

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/accao-do-dia/lei-do-retorno-lei-da-consequencia/?PHPSESSID=f8f2119efa00d104199517ef8b9528af#ixzz23p9fevzS

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Se permita Sofrer!!!!

As vezes a gente cansa de ser "forte" de tentar fingir que tá tudo bem enquanto não está nada bem, de sorrir enquanto se quer é chorar! As vezes cansamos de ignorar nossos problemas quando eles estão bem ali na nossa frente!
Tem hora que temos que encará-los de frente e isso dói! Temos que assumir nossas fraquezas e aprofundar na tristeza, para que assim consigamos superar essa dor.
Fingir que ela não existe não fará ela passar, ignorar ela não fará ela sumir, arrumar formas de maquiá-la não fará ela deixar de existir.
As vezes temos que chorar e entrar em profunda depressão para que ai sim ela passe.
Essa é a forma que o nosso corpo encontrou de liberar as mágoas, as frustações e as decepções da vida, mas vejo muita gente ignorar esses sentimentos e fingirem ser "fortes" para os outros e para si mesmo.
Ser forte não é sorrir enquanto se está morrendo por dentro, ser forte é assumir suas fraquezas.
Ser forte de verdade é superar a dor encarando ela de frente.
Ser forte é encarar seus problemas e procurar a solução de alguma forma.
E a superação se dá no momentoem que assumimos nossa crise, encaramos ela de frente, sentimos a dor do sofrimento e assim buscamos a nossa transformação.
Não é fácil sofrer, pois a dor psicologica é muito maior que a dor física, mas ela é necessária para lavarmos nossa alma dos traumas psicológicos e para limparmos todos os resíduos negativos das experiências passadas.
Somos como diamante bruto que precisa ser lapidado para se transformar em uma linda pedra brilhante e valiosa.
Não existe transformação sem dor!

(Andressa Pagano)

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Relacionar é decidir caminhar junto. Sem esta decisão fica inviável o relacionamento. Mais do que decidir caminhar junto; para desfrutar de intensidade nos relacionamentos precisamos perder o medo: de aproximar-se, de abrir-se, de viver, de morrer, de sofrer, de rir e de chorar. Pois sem relacionamento não há sentido para a vida.
Nosso grande desafio é perder o medo e decidir amar até o fim. Não podemos deixar para amar intensamente quando chegar no final da estrada da vida.
Nossos relacionamentos são como pedra de amolar que nos afiam para enfrentar os desafios. Relacionamentos com Intensidade é o que precisamos. Entre nessa sem medo de ser feliz!
(Autor Desconhecido)

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Sobre a Pós-Modernidade: Olhares de Zigmunt Bauman e Emmanuel


Nenhum de nós está imune aos efeitos do estilo de vida contemporâneo. Assim, convém refletir: qual o pano de fundo no qual os relacionamentos humanos ocorrem?

A liberdade pós-moderna permite tudo. Por certo, somente a efemeridade das coisas: tudo apresenta-se como disforme, fluido, impossível de constância e permanência - daí decorre o conceito de modernidade líquida de Bauman, sociólogo polonês.

As características do estilo de vida pós-moderno – contido na chamada de Era do Vazio por Lipovetsky, filósofo francês - pode nos ajudar a compreender onde estamos e porque agimos como agimos:

Trocas rápidas e instantâneas de informações;

- Mensagens curtas e muito fluxo. A objetividade é confundida com a superficialidade. Mais importante que a verdade e substância da informação, é a rapidez com que ele se dá na forma como ela se dá;

Produtos que quebram e são substituídos rapidamente;

- Consumismo. Em nível mais profundo, uma propensão ao descarte e uma tendência ao enjoar das coisas (e pessoas);

Produtos que não quebram e são substituídos rapidamente;

- Idem.

Relacionamentos descartáveis

- Segundo Bauman, a tendência por fazer escolhas de produtos que possam num curto período serem trocadas por outras mais atualizadas e mais promissoras, também influenciam o ritmo da busca por parceiros cada vez mais satisfatórios.

Distorção do real;

- Os meios de comunicação e reprodução da realidade não reproduzem o mundo de acordo com sua realidade de fato, “[...] eles o refazem à sua maneira, transformando-o num espetáculo”, segundo o filósofo Baudrillard e o comunicólogo Santos.

Assim vemos em perfis de Facebook situações cotidianas que parecem reportagens de revistas e espetáculos de tv, com fotos de festas, sorrisos, corpos esbeltos etc. Nosso caminho espiritual, nossos relacionamentos amorosos e nossas carreiras profissionais, se não forem transformados em espetáculo e propagados em redes sociais ou outros meios de comunicação, não tem “valor”.

Perda de substância do sujeito;

- Consequência dos elementos anteriores, diante da sociedade do descarte e do espetáculo, o sujeito se sente vazio e pressionado por esta "realidade" retratada a seguir estes padrões e avalia sua vida segundo estes critérios;

Individualismo

- A hipervalorização do Eu - por meio de objetos e liberdade para satisfação irrestrita dos desejos - e o recebimento constantemente informações de forma fragmentada, faz com que percamos a capacidade de enxergar o todo, assim, nos atemos ao nosso pequeno mundo de interesses “próprios” e ao curto prazo. Segundo relata o comunicólogo Jair Santos: “sugerindo ao individuo um ideal de consumo personalizado, ao massagear o narcisismo”.

Distorção da Moral

- A religião e a moral, são utilizadas de acordo com o interesse de cada um: são também produtos e servem para nos trazer satisfação, não um caminho a seguir. Assim, usamos e interpretamos a moral religiosa quando e da forma como convém. O importante é estarmos satisfeitos.

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Irmãos, não somos vítimas.
Somos protagonistas desse estilo de vida e maneira de olhar à vida, a nós mesmos e ao outro. Ninguém é o autor de estória de nossas vidas, além de nós mesmos.
Refletir, dissecar e encontrar nas “nossas” verdades, ilusões plantadas pela sociedade pós-moderna.
Emmanuel aborda o estilo de vida pós-moderno na mensagem “Segundo a carne”, presente no livro Pão Nosso:

“Porque, se viverdes segundo a carne, morrereis”.
Paulo (Romanos, 8:13)

“Para quem vive segundo a carne, isto é, de conformidade com os impulsos inferiores, a vida nada mais é do que uma série de acontecimentos vazios. Em todos os momentos, a insatisfação lhe será fantasma incessante. [...] não pode contar com a benção do amor, porquanto, [...] os laços afetivos são meros acidentes no mecanismo dos desejos eventuais. A dor, benfeitora quando bem refletiva, lhe é intolerável; a disciplina lhe é angustioso cárcere e o serviço aos semelhantes lhe é humilhação. Desditoso o homem que vive conforme a carne. Os conflitos de posse atormentam-lhe o coração [...] este fez questão de aumentar apetites e prazeres pela integração com o lado inferior da vida. Que poderá esperar após a morte do corpo, se não sepulcro, sombra e impossibilidade, dentro de uma noite cruel?”

Emmanuel

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Emmanuel e Bauman, cada um a sua maneira, abordam o que parece permear nosso estilo de vida.

Qual a saída?

O mundo pós-moderno nos oferece anseios que são que levam ao retorno do mesmo: é um correr atrás do próprio rabo, é voltar a um ponto onde já estivemos antes, é sofrer angústias já sofridas antes.

O pós-modernismo busca a intensificação das sensações e dos prazeres, mas sem jamais conhecer de fato aquilo que ele tanto almeja: a felicidade. Nas relações humanas as identidades são marcadas pelas incertezas. O casamento - e relacionamentos em geral - tem caráter de festividade (e espetáculo aos outros) do que compromisso entre pessoas que buscam uma vida em comum de amor e cuidado. Cada um siga segue seu rumo quando o amor perder o prazo de validade.

Sim, o Amor parece ter prazo de validade também em uma sociedade de consumo e descarte. Não somente a relação, mas o sentimento do “amor” entre duas pessoas.

A saída é darmos uma razão de ser à vida, diferente do que nos sugere o mundo pós-moderno: é termos um olhar mais profundo e menos superficial sobre tudo.

É necessário acendermos luz em nossas mentes e corações.

Encontrarmos nas “nossas” verdades, muitas ilusões plantadas pela sociedade pós-moderna.

A leitura edificante, a prática da oração e o exercício da caridade são excelentes ferramentas para nos trazer preenchimento ao vazio que sempre parece nos perseguir.

Deixamos aqui algumas perguntas para reflexão:

De onde vêm nossas crenças e anseios sobre como nossa vida deveria ser? Da TV? Das revistas? Das fotos e perfis alheios de redes sociais?

Como avaliamos o que tem valor em nossas vidas? Aquilo que se transforma em espetáculo passa a ser mais valorizado e símbolo de felicidade?

Que padrões se repetem em nossas vidas?

Por quê?

Irmão, irmã. Caso ao ler esse breve estudo, tenhas se sentido acusado, incomodado ou tocado de certa forma, ele cumpriu sua função: algo dentro de ti reconheceu uma verdade.

Com o tempo, com o abrandar do Ego, de nossas crenças arraigadas e emprestadas de outros tantos e com o surgimento de uma nova perspectiva da vida, vamos nos libertando desse ciclo auto-ilusório, nos aproximando mais de nós mesmos e não de nossas máscaras.

Nossas sombras vão se iluminando e no clarão da verdade que uma vez sentida no coração e na mente, perceberemos o que Jesus quis nos dizer quando a verdade nos libertará. Libertará do que?

De nossas crenças e padrões limitantes de vida, que não nos levam a lugar algum, a não ser ao mesmo de antes, nesse eterno retorno do mesmo.

A mudança se inicia por dentro: a Paz começa em nós.


p.s.: Para saber mais sobre pós-modernidade:

BAUMAN, Z. Modernidade Líquida. Tradução Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.

BAUMAN, Z. Amor Líquido: Sobre a Fragilidade dos Laços Humanos Tradução Carlos Alberto Medeiros. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003

LIPOVETSKY, G. A era do vazio: ensaio sobre o individualismo contemporâneo. Tradução Miguel Serras Pereira e Ana Luísa Faria. Lisboa: Relógio d’água, 1989.

SANTOS, Jair Ferreira. O que é pós-moderno. São Paulo: Brasiliense, 2004


Texto retirado da fan page: https://www.facebook.com/PalavrasDeEmmanuel

quarta-feira, 25 de julho de 2012

O Sotaque das Mineiras por Carlos Drummond de Andrade

O sotaque das mineiras deveria ser ilegal, imoral ou engordar. Porque, se tudo que é bom tem um desses horríveis efeitos colaterais, como é que o falar lindo (das mineiras) ficou de fora?
Mineira deveria nascer com tarja preta avisando:
ouvi-la faz mal à saúde. Se uma mineira, falando mansinho, me pedir para assinar um contrato doando tudo que tenho, sou capaz de perguntar: só isso?
Assino achando que ela me faz um favor.
Eu sou suspeitíssimo. Confesso: esse sotaque me desarma. Os mineiros têm um ódio mortal das palavras completas.
Preferem abandoná-las no meio do caminho, não dizem:
pode parar, dizem: 'pó parar'.
Não dizem: onde eu estou?, dizem: 'ôncôtô'.
Os não-mineiros, ignorantes nas coisas de Minas, supõem, precipitada e levianamente, que os mineiros vivem lingüisticamente falando, apenas de uais, trens e sôs.
Digo-lhes que não(...)
Mineiras não usam o famosíssimo 'tudo bem'.
Sempre que duas mineiras se encontram, uma delas há de perguntar pra outra:
- 'Cê tá boa?'.
Para mim, isso é pleonasmo.
Perguntar para uma mineira se ela tá boa é desnecessário.
Há outras. (...)
- 'Aqui', não vou dar conta de chegar na hora, não.
Esse 'aqui' é outro que só tem aqui(...)
Que os mineiros não acabam as palavras, todo mundo sabe.
É um tal de 'bonitim', 'fechadim', e por aí vai.
Já me acostumei a ouvir:
- E aí, 'vão?'. Traduzo:
- E aí, vamos?
Não caia na besteira de esperar um 'vamos' completo de uma mineira.
Não ouvirá nunca.
Eu preciso avisar à língua portuguesa que gosto muito dela, mas prefiro, com todo respeito, a mineira.
Nada pessoal.
Aqui certas regras não entram.
São barradas pelas montanhas.
Por exemplo, em Minas, se você quiser falar que precisa ir a um lugar, vai dizer:
- Eu preciso 'de' ir.
Onde os mineiros arrumaram esse 'de', aí no meio, é uma boa pergunta.
Só não me perguntem. Mas que ele existe, existe(...)
Aqui em Minas ninguém precisa ir a lugar nenhum.
Entendam...
Você não precisa ir, você precisa 'de' ir.
Você não precisa viajar, você precisa 'de' viajar.
Se você chamar sua filha para acompanhá-la ao supermercado, ela reclamará:
- Ah, mãe, eu preciso 'de' ir?
No supermercado, o mineiro não faz muitas compras, ele compra um 'tanto de coisa'.
O supermercado não estará lotado, ele terá um 'tanto de gente'(...)
Entendeu?
Se, saindo do supermercado, a mineirinha vir um mendigo e ficar com pena, suspirará:
- 'Ai, gente, que dó'.
É provável que a essa altura o leitor já esteja apaixonado pelas mineiras(...)
Para uma mineira falar que algo é muitíssimo bom vai dizer:
- 'Ô, é sem noção'.
Entendeu?
É 'sem noção!
' Só não esqueça, por favor, o 'Ô' no começo, porque sem ele não dá para dar noção do tanto que algo é sem noção,
entendeu?
Capaz...
Se você propõe algo ela diz:
- 'Capaz'!!!
Vocês já ouviram esse 'capaz'?
É lindo(...)
Já ouviu o 'nem...?
' Completo ele fica:
- Ah, 'nem' (...)
A propósito, um mineiro não pergunta:
- Você não vai?
A pergunta, mineiramente falando, seria:
- 'Cê' não anima 'de' ir?
Tão simples.
O resto do Brasil complica tudo.
É, ué, cês dão umas volta pra falar os trem(...)
O plural, então, é um problema.
Um lindo problema, mas um problema.
Sou, não nego, suspeito.
Minha inclinação é para perdoar, com louvor, os deslizes vocabulares das mineiras.
Aliás, deslizes nada.
Só porque aqui a língua é outra, não quer dizer que a oficial esteja com a razão.
Se você, em conversa, falar:
- Ah, fui lá comprar umas coisas...
- 'Que' s coisa?' - ela retrucará.
O plural dá um pulo(...)
E se você acusar injustamente uma mineira, ela, chorosa,confidenciará:
- Ele pôs a culpa 'ni mim'.
A conjugação dos verbos tem lá seus mistérios, em Minas.
Ontem, uma senhora docemente me consolou:
'preocupa não, bobo!'.
E meus ouvidos, já acostumados às ingênuas conjugações mineiras, nem se espantam.
Talvez se espantassem se ouvissem um: 'não se preocupe', ou algo assim.
A fórmula mineira é sintética.
E diz tudo.
Até o tchau, em Minas, é personalizado.
Ninguém diz tchau pura e simplesmente.
Aqui se diz: 'tchau pro cê', 'tchau pro cês'.
É útil deixar claro o destinatário do tchau.
Então neh, as mineiras são trem bão demais sô....

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Detesto pessoas contidas, pessoas que tem medo de arriscar, pessoas que tem medo dos sentimentos e principalmente de senti-los, pessoas sem coragem de viver a vida intensamente.
Pessoas mornas. Pessoas superficiais e sem conteúdo. Pessoas que são apenas aparência. Pessoas rígidas e radiciais.
Pessoas comuns.
Gosto de pessoas diferentes.
Eu sou diferente!
Então me faça um favor?
Não me peça para ser igual, não me diga o que tenho que fazer pois irei fazer o que meu coração pedir.
Irei fazer o que sentir vontade e colocarei todo meu sentimento em tudo que eu fizer, senão não estarei sendo verdadeira comigo mesma e com meus sentimentos.
A pior coisa é enganar a si mesmo e tentar agradar o outro apenas para ter a aprovação, isso é estar indo contra você próprio.
Ser assim não é ser egoista, é ser original!
E o mundo está precisando de mais pessoas assim!
Andressa Pagano



Musica inspiração: People are Strange - The Doors

domingo, 22 de julho de 2012

As vezes achamos que o que está errado é sempre o que vem de fora e não conseguimos enxergar que o que está errado mesmo é o que está dentro da gente! O modo como enxergamos a vida, o modo como agimos com o outro, sempre nos julgamos certos e com esse pensamento ficamos cegos para poder enxergar o que se passa dentro de nós ! Se algo está errado, comece a enxergar o que tem dentro de vc que possa estar contribuindo para que tudo realmente sempre dê errado!!
 Andressa Pagano